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terça-feira, 1 de janeiro de 2013

Jeff - O Assassino

Olá, seguidores do Mundo do Medo. Trarei agora, pra falar um pouco sobre Jeff. Leia abaixo:

Trecho de um jornal local :


TERRÍVEL ASSASSINO EM SÉRIE DESCONHECIDO AINDA ESTÁ A SOLTA.

Depois de semanas de assassinatos inexplicáveis, o assassino sinistro, ainda desconhecido, está com paradeiro desconhecido. Depois de pouca evidência encontradas, um jovem garoto diz ter sobrevivido a um dos ataques, e corajosamente contou sua história.


“Eu tive um pesadelo e acordei no meio da noite. Eu vi que por algum motivo, a janela estava aberta, mesmo que eu me lembre de ter fechado antes de eu ir para a cama. Levantei-me e fechei-a mais uma vez. Depois disso, eu simplesmente rastejei pra debaixo de minhas cobertas e tentei voltar a dormir. Foi quando eu tive uma sensação estranha, como se alguém estivesse me observando. Olhei para cima, e quase pulei para fora da minha cama. Lá, em um pequeno raio de luz, iluminando entre as minhas cortinas , tinham um par de olhos. Não eram olhos normais. Eles eram escuros, ameaçadores e de um preto profundo e … simplesmente…planando lá, me aterrorizando. Foi quando eu vi a boca. Um sorriso , muito horrendo que fez todos os pelos do meu corpo ficarem em pé. A figura estava ali, me observando. Finalmente, depois do que pareceu uma eternidade, ele disse uma frase simples, mas disse de uma forma que só um homem fora de si falaria.

Ele disse ‘Vá dormir’. Deixei um grito escapar, e foi isso que fez ele vir até mim. Ele me apontou uma faca; direto no meu coração; e pulou para cima da minha cama. Eu lutei com ele, chutei, soquei, rolei pela cama, tentando tira-lo de cima de mim. Isso foi quando meu pai entrou no quarto. O homem jogou a faca, diretamente no ombro de meu pai. O homem provavelmente acabaria com ele, se um dos vizinhos não tivesse chamado a policia.

Eles estacionaram na frente da minha casa, e correram para a porta. O homem deu a volta e correu escadas a baixo para a entrada. Eu ouvi um barulho de vidro quebrando. Quando eu sai do meu quarto, eu vi que janela do fundo da minha casa estava quebrada. Eu olhei pra fora, e vi ele correndo já longe. Eu posso dizer uma coisa, que eu nunca vou esquecer o rosto dele. Aqueles olhos malditos, frios, e o sorriso psicótico. Isso nunca vai sair da minha cabeça.”

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Jeff e sua família acabaram de se mudar para uma nova vizinhança. Seu pai ganhou uma promoção no trabalho, e eles achavam que seria melhor viver em uma dessas vizinhanças ‘requintadas’. Jeff e seu irmão Liu não podiam reclamar, uma casa nova é melhor. O que não tinha pra amar? Em quanto eles desempacotavam as coisas, uma vizinha foi conhecê-los.
“Oi” ela disse, “Eu sou Bárbara, moro do outro lado da rua. Bem, eu só queria me apresentar pra vocês, e meu filho também.” Ela se virou e chamou seu filho. “Billy, esses são os nossos novos vizinhos.” Billy disse oi, e correu de volta para o pátio da casa onde voltou a brincar.
“Bem”, disse a mãe de Jeff, “Eu sou Margaret, esse é meu marido Peter, e meus dois filhos, Jeff e Liu.” Se conhecendo, Bárbara logo os convidou para o aniversário de seu filho. Jeff e Liu estavam prontos para rejeitar, quando a mãe deles disse que adorariam comparecer. Então quando eles terminaram de desempacotar as coisas, Jeff foi até sua mãe.

“Mãe, por que você aceitaria um convite de uma festinha? Não sei se você não notou, mas eu não sou mais uma criancinha.”
“Jeff, nós acabamos de nos mudar pra cá; nós devíamos mostrar que queremos passar um tempo com nossos vizinhos. Agora, nós vamos à festa, e ponto final.” Jeff começou a falar, mas parou logo em seguida, sabendo que não poderia fazer nada a respeito. Quando sua mãe dizia alguma coisa, era aquilo e fim de papo. Ele andou até seu novo quarto, e desmoronou na cama. Ele sentou ali e ficou olhando para o seu teto quando, de repente , ele sentiu algo estranho. Não como uma dor, mas… Um sentimento estranho. Ele ignorou aquilo como apenas um sentimento qualquer. Ele ouviu a mãe chamá-lo de baixo para pegar suas coisas, e desceu.

No outro dia, Jeff desceu as escadas para tomar café da manhã e ir para escola. Quando se sentou para comer , ele teve o mesmo sentimento estranho do dia anterior. Só que agora mais forte. Ele teve uma pequena dor, como um puxão, mas ele ignorou mais uma vez. Assim que ele e o irmão terminaram o café, eles andaram para o ponto de ônibus. Sentaram-se lá, esperando o ônibus. Então, do nada, um garoto de skate pulou por cima deles, por apenas uns centímetros de suas cabeças. Os dois deram um salto, surpresos. “Mas que porra é essa?”
A criança deu a volta foi até eles. Ele deu um pisão na ponta do skate, e pegou com a mão. O garoto parecia ter uns 12 anos; um ano mais novo que Jeff. Ele vestia uma camiseta da Aeropostale e um jeans azul rasgado.

“Ora, ora, ora. Parece que temos carne nova no pedaço.” De repente, mais duas outras crianças apareceram. Um era super magro, e outro era enorme. “Bem, já que vocês são novos aqui, gostaríamos de nos apresentar; Aquele ali é o Keith” Jeff e Liu olharam para o magrinho. Ele tinha uma cara de paradão, que daria pra você um braço esquerdo se precisasse. “E o outro é o Troy” Eles olharam para o gordo. Era um rolha de poço. Aquela criança não devia ter se exercitado desde que começou a engatinhar.
“E eu,” disse o garoto do skate ” sou Randy. Agora, deixe-me explicar; para todas as crianças nesse bairro há um preço pequeno para a passagem de ônibus , se é que você me entende.” Liu se levantou, pronto pra socar o garoto até que ele virasse do avesso, quando um dos amigos de Randy puxou uma faca e apontou pra ele “Tsc, tsc, tsc, eu pensei que vocês seriam mais cooperativos, mas parece que vamos precisar fazer do jeito mais difícil.” O garoto foi até Liu, e tirou a carteira do bolso dele. Jeff teve aquele sentimento de novo. Agora estava realmente forte, uma sensação de queimação. Jeff se levantou, mas Liu pediu para que ele se sentasse de novo. Ele ignorou e andou em direção do garoto.
“Ouça aqui, seu punkzinho, você devolve a carteira do meu irmão ou…” Randy colocou a carteira no próprio bolso, e tirou sua faca.
“Ah, e o que você vai fazer?” Assim que ele terminou a frase, Jeff socou o garoto no nariz. Quando Randy tentou tocar o rosto, Jeff segurou seu pulso e o quebrou. Randy gritou e Jeff pegou a faca de sua mão. Troy e Keith correram para pegar Jeff, mas ele era muito rápido. Ele jogou Randy no chão. Keith tentou atacá-lo, mas Jeff se abaixou e apunhalou a faca em seu braço. Keith deixou a faca cair, e caiu logo em seguida no chão gritando. Troy também tentou atacá-lo, mas Jeff nem precisou da faca. Ele socou Troy diretamente no estômago, e Troy caiu de joelhos, e quando caiu, ele vomitou o todo o chão. Liu não conseguiu fazer nada, além de olhar admiradamente para seu irmão.
“Jeff, como você.. ?” Isso foi tudo que ele disse. Eles viram o ônibus vindo, e sabiam que seriam culpados por tudo aquilo. Então eles começaram a correr o mais rápido que puderam.

Enquanto eles corriam, eles olharam pra trás, e viram o motorista do ônibus correndo para Randy e os outros. Eles correram até a escola, sem se atrever a contar qualquer coisa sobre aquilo. Apenas se sentaram e assistiram as aulas. Liu achava que tinha sido apenas seu irmão batendo em algumas crianças, mas Jeff sabia que era algo a mais. E era algo, algo assustador. Quando ele tinha aquele sentimento, e via o quão poderoso era, a única coisa que desejava era machucar alguém. Ele não gostava como isso soava, mas não conseguia deter-se de se sentir feliz. Ele sentiu o sentimento estranho sumindo, e não voltou pelo o resto do dia na escola. Mesmo quando ele caminhava para casa devido à coisa toda, perto do ponto de ônibus, e como agora ele provavelmente não pegaria mais o ônibus,ele sentiu-se feliz. Quando voltaram pra casa, seus pais perguntaram como tinha sido o dia deles, e ele disse com uma voz meio sinistra “Foi um ótimo dia”.

Na manhã seguinte, ele ouviu alguém batendo na porta da frente. Desceu as escadas e encontrou dois policiais na porta, com sua mãe olhando pra ele muito zangada.
“Jeff, esses policiais estão me dizendo que você atacou três crianças. E que não foi uma briga normal, que eles foram esfaqueados. Esfaqueados, filho!” Jeff olhou para o chão, mostrando para sua mãe que era verdade.

“Mãe, mas eles que tinha facas e apontaram para Liu e para mim.”

“Filho,” disse um dos policiais, “Nós encontramos três crianças, duas esfaqueadas, um com uma contusão no estômago, e temos testemunhas de que você estava na cena. Agora, o que você tem para nos contar?” Jeff sabia que era inútil. Ele poderia dizer que ele e Liu tinham sido atacados, mas não havia provas de que não tinham sido eles que atacaram primeiro. Eles não poderiam dizer que eles não estavam fugindo, porque verdade seja dita que estavam. Então Jeff e Liu não poderiam defender-se.

“Filho, chame seu irmão.” Jeff não poderia fazer isso, sabendo que só ele tinha batido nos garotos.
“Senhor, fui… fui eu. Eu fui quem bateu nos garotos. Liu tentou me segurar, mas ele não conseguiu me parar.” O policial olhou para seu parceiro, e os dois acenaram com a cabeça.
“Olha garoto, isso será um ano no Centro de Detenção juvenil…”
“Espere!” falou Liu. Todos olharam para o topo da escada, para vê-lo segurando uma faca. Os policiais pegaram suas armas e apontaram para Liu.
“Fui eu, eu bati naqueles punkzinhos. Tenho as marcas pra provar.” Ele levantou as mangas para revelar cortes e contusões , como se ele estivesse em uma luta.
“Filho, coloque a faca no chão,” disse o policial. Liu afrouxou os dedos, e deixou-a cair no chão. Ele colocou as mãos para cima, e andou até os policiais.

“Não Liu! Fui eu, eu que fiz isso!” Jeff falou, com lágrimas escorrendo pelo seu rosto.
“Ah, pobre irmãozinho, tentando pegar a culpa pelo que eu fiz. Bem, me levem embora.” O policial levou Liu até a viatura.
“Liu, fale pra eles que fui eu! Fale! Fui eu quem bateu naqueles garotos!” A mãe de Jeff colocou a mão no ombro dele.
“Por favor, Jeff, você não tem que mentir. Nós sabemos que foi Liu, você não pode impedir. Não faça isso ser mais difícil que já está sendo.” Jeff ficou olhando sem poder fazer nada, enquanto o carro saia velozmente com Liu dentro. Alguns minutos depois o pai deles estacionou na frente de casa, e vendo o rosto de Jeff, sabia que algo estava errado.
“Filho, filho o que houve?” Jeff não podia responder. Suas cordas vocais estavam tensas de tanto chorar. Em vez disso, a mãe de Jeff andou até seu pai para dar a má notícia à ele, enquanto Jeff chorava na garagem.

Depois de uma hora ou mais Jeff voltou para a casa, viu que seus pais estavam ambos chocados, tristes e decepcionados. Ele não podia olhar para eles. Ele não podia ver que eles achavam que a culpa era de Liu. Ele foi dormir, tentando fazer com que a coisa toda saísse de sua mente. Dois dias se passaram, sem notícias de Liu da prisão. Não havia amigos para sair. Nada além de tristeza e culpa. Isso até sábado, quando Jeff foi acordado por sua mãe, com um rosto feliz, ensolarada.

“É hoje, Jeff.” ela disse enquanto ela abriu as cortinas e deixando uma inundação de luz no quarto de Jeff.
“O que é hoje?” Jeff perguntou ainda meio dormindo.
“Ora, é a festa de Billy.” Jeff estava agora totalmente desperto.
“Mãe, você está brincando, né? Você não espera que eu vá para a festa de alguma criança depois…” Houve uma longa pausa.
“Jeff, nós dois sabemos o que aconteceu. Eu acho que esta festa pode ser a coisa que vai iluminar os dias passados. Agora, vá se vestir.”

A mãe de Jeff saiu do quarto e foi se preparar. Jeff lutou para se levantar. Ele pegou uma camisa qualquer, uma calça jeans e desceu escadas. Ele viu o pai e a mãe todos bem vestidos; sua mãe em um vestido e seu pai em um terno. Ele pensou: por que eles sempre usam essas roupas extravagantes para uma festa de criança?
“Filho, isso é tudo que você vai vestir?” disse a mãe de Jeff.
“Melhor do que usar algo exagerado.”, disse. Sua mãe escondeu a vontade de gritar com ele e escondeu-a com um sorriso.
“Mas Jeff, você poderia se vestir melhor, se quiser causar uma boa impressão” disse o pai. Jeff grunhiu e voltou para seu quarto.
“Eu não tenho roupas extravagantes!” ele gritou ao subir as escadas.
“Basta pegar alguma coisa.” disse sua mãe. Ele olhou ao redor em seu armário para o que ele chamava de fantasia. Ele encontrou um par de calças pretas, que ele tinha para ocasiões especiais, e uma camiseta. Ele não conseguia encontrar uma camisa para sair. Ele olha em volta, e só encontra camisas listradas e padronizadas. Nenhuma que combinasse com a calça. Finalmente, ele encontra um moletom branco, jogado em uma cadeira e colocou-o.
“Você vai assim?” ambos disseram. Sua mãe olhou para o relógio. “Oooh, não há tempo para mudar. Vamos embora.” Ela disse enquanto puxava Jeff e seu pai para fora.

Atravessaram a rua até a casa de Bárbara e Billy. Bateram na porta e encontraram com Bárbara que, assim como seus pais, estava extravagantemente vestida. Enquanto eles caminhavam para dentro da casa, Jeff só via adultos, não crianças.
“As crianças estão lá fora, no quintal. Jeff, que tal você ir conhecer algumas das crianças?” disse Bárbara.
Jeff saiu para o jardim que estava cheio de crianças. Eles estavam correndo em trajes estranhas de vaqueiros e atirando um no outro com armas de plástico. De repente, um garoto veio até ele e lhe entregou uma arma de brinquedo e um chapéu.

“Hey. Quer brincar?” , disse.
“Aah, não mesmo, pirralho. Eu sou muito velho para essas coisas.” O garoto olhou para ele com aquela cara estranha de cachorro pidão.
“Po-favô?” disse o menino. “Tudo bem”, disse Jeff. Ele colocou o chapéu e começou a fingir atirar nas crianças. A princípio ele pensou que era uma ideia totalmente ridícula, mas depois ele começou a realmente se divertir. Pode não ter sido super legal, mas foi a primeira vez que ele havia feito algo que tirou seus pensamentos de Liu.

Assim, ele brincava com as crianças por um tempo, até que ouviu um barulho. Um barulho estranho de rolamento.Então algo bate nele. Randy, Troy, e Keith pulando a cerca assim como seus skates. Jeff deixou cair a arma falsa e arrancou o chapéu. Randy olhou para Jeff com um ódio ardente.
“Olá? Jeff?”, disse. “Nós temos alguns negócios inacabados”. Jeff viu seu nariz machucado. “Eu acho que estamos quites. Eu te dei uma surra e você enviou o Liu para o centro de detenção.” Jeff falou enraivecido.
Randy tinha fúria nos olhos. “Oh não, eu não jogo para empatar, e sim para ganhar. Você pode ter acabado com a gente no outro dia, mas não hoje.” Quando Randy falou, Jeff correu e Randy foi atrás dele. Ambos caíram no chão. Randy socou o nariz de Jeff, e Jeff agarrou-o pelas orelhas e deu uma cabeçada nele. Jeff empurrou Randy pra longe e ambos se levantaram. As crianças estavam gritando e os pais correndo para fora da casa. Troy e Keith puxaram armas de seus bolsos.
“Ninguém se mexe ou tripas vão voar!” eles disseram. Randy puxou uma faca e apunhalou o ombro de Jeff.

Jeff gritou e caiu de joelhos. Randy começa a chutá-lo no rosto. Depois de três chutes, Jeff pega o pé de Randy e torce-o, fazendo com que Randy caia no chão. Jeff se levantou e correu em direção a porta dos fundos. Porém, Troy agarrou-o.
“Precisa de ajuda?” Ele pegou Jeff pelo colarinho e jogou-o de volta pro pátio através da porta. Enquanto Jeff tenta ficar de pé ele é chutado para o chão novamente. Randy começa a chutar repetidamente Jeff, até que ele começa a tossir sangue.
“Vamos Jeff, lute comigo!” Ele pega Jeff e atira-o para a cozinha. Randy vê uma garrafa de vodka em cima do balcão e esmaga o vidro sobre a cabeça de Jeff. “Lute!” Ele joga Jeff de volta para a sala de estar.
“Vamos Jeff, olhe para mim!” Jeff olha para cima, o rosto cheio de sangue. “Eu sou quem mandou seu irmão pro centro de detenção! E agora você só vai só sentar ai e deixá-lo apodrecer lá por um ano inteiro! Você deveria se envergonhar!” Jeff começa a se levantar.

“Ah, finalmente! Levante e lute!” Jeff agora está de pé, sangue e vodka no rosto. Mais uma vez ele fica com aquela sensação estranha, aquela que ele já não sentia há algum tempo. “Finalmente. Ele está de pé!” Randy diz enquanto corre em direção a Jeff. É quando acontece. Algo dentro de Jeff se encaixa. Seu psicológico é destruído, todo o pensamento racional se foi, tudo o que ele pode fazer, é matar. Ele pega Randy derruba-o ao chão. Ele fica em cima dele e lhe dá um soco direto no peito onde fica o coração. O soco faz com que o coração de Randy pare. Enquanto Randy suspira. Jeff golpeia-o. Soco após soco, o sangue jorra do corpo de Randy, até que ele dá um último suspiro e morre.
Todo mundo está olhando para Jeff agora. Os pais, as crianças chorando, até Troy e Keith. Apesar de estarem assombrados, Troy e Keith apontam suas armas para Jeff. Jeff vê as armas apontadas para ele e corre para as escadas. Enquanto ele corre, Troy e Keith disparam fogo contraele, todos os tiros perdido. Jeff sobe as escadas. Ele ouve Troy e Keith seguindo-o. Enquanto eles disparam suas últimas balas, Jeff entra dentro do banheiro. Ela pega o toalheiro, e arranca da parede. Troy e Keith correm para o banheiro, com as facas em punho preparadas.

Troy move sua faca em direção a Jeff, que se afasta e bate com o toalheiro no rosto de Troy. Troy cai duro e agora tudo o que resta é Keith. Ele é mais ágil que Troy, e desvia quando Jeff tentava acerta-lo com o toalheiro. Ele larga a faca e pega Jeff pelo pescoço, empurrando-o contra a parede. Uma coisa como água sanitária que estava na prateleira caiu em cima dos dois. Ambos sentem a pele queimar e começaram a gritar. Jeff enxugou os olhos da melhor forma que pôde, e puxou o toalheiro, acertando direto na a cabeça de Keith. E antes que Keith sangrasse até a morte, ele deixou escapar um sorriso sinistro.
“O que há de tão engraçado?” Jeff perguntou. Keith pegou um isqueiro e ligou-o. “O que é engraçado?”, disse, “é que você está coberto de água sanitária e álcool.” Jeff arregalou os olhos ao ver Keith jogando o isqueiro para ele. Assim que o isqueiro aceso fez contato com ele, as chamas iniciaram. Enquanto o álcool o queimava, a água sanitária branqueava sua pele. Jeff gritava terrivelmente enquanto ardia em fogo. Ele tentou rolar para fora do fogo, mas não adiantava, o álcool tinha feito dele um inferno ambulante. Ele correu pelo corredor, e caiu das escadas. Todos começaram a gritar quando viram Jeff, agora uma tocha-humana, cair no chão, quase morto. A última coisa que Jeff viu foi sua mãe e os outros pais que tentavam apagar as chamas. Foi quando ele desmaiou.

Quando Jeff acordou tinha um molde de gesso envolvido em torno de seu rosto. Ele não conseguia ver nada, mas sentiu um molde em seu ombro, e pontos por todo seu corpo. Tentou se levantar, mas ele percebeu que havia alguns tubos em seu braço, e quando ele tentou levantar-se ele caiu, e uma enfermeira correu para ajudá-lo.
“Eu não acho que você pode sair da cama ainda.” ela disse, enquanto colocava-o de volta em sua cama e reinserido o cateter em seu braço. Jeff sentou-se ali, sem-nenhuma visão, nenhuma ideia do que estava ao seu redor. Finalmente, depois de horas, ele ouviu sua mãe.
“Querido, você está bem?”, perguntou ela. Jeff não poderia responder embora,pois seu rosto estava coberto por gesso. “Oh querido, eu tenho grande notícia. Depois que todas as testemunhas disseram à polícia que Randy tinha atacado você, eles decidiram soltar o Liu.”
Isso fez com que Jeff quase pulasse, parando, lembrando-se do tubo sair do seu braço. “Ele estará fora amanhã, e então você dois poderão estar juntos de novo”. A mãe do Jeff abraça-o e se despede.

As semanas seguintes foram formadas apenas onde Jeff era visitado pela sua família. Até o dia onde os seus curativos deveriam ser retiradas. Sua família estava lá para vê-lo, como estaria agora sua aparência. Quando os médicos desembrulharam as ataduras do rosto do Jeff todos estavam na ponta das cadeiras. Eles esperaram até o último curativo sobre o rosto de Jeff serem removidos.
“Vamos esperar o melhor,” disse o médico. Ele rapidamente puxa o último pano, deixando agora o rosto de Jeff amostra.
A mãe de Jeff grita ao ver seu rosto, Liu e o pai de Jeff olham horrorizados para ele.
“O quê? O que aconteceu com meu rosto?” Jeff disse. Ele se levanta rapidamente, ignorando a tontura, e corre para o banheiro. Ele olhou no espelho e viu a causa da aflição de todos. Sua cara. Era… Era simplesmente horrível. Seus lábios foram queimados a um profundo tom de vermelho. Seu rosto se transformou em uma cor branca pura, e seu cabelo chamuscaram de marrom a preto. Ele lentamente colocou a mão em seu rosto. Era como se encostasse em couro agora. Ele olhou de volta para sua família depois de volta para o espelho.
“Jeff”, disse Liu.”Não é assim tão ruim….”

“Não é tão ruim!?”, disse Jeff, “é perfeito!” Sua família toda ficou surpreendida. Jeff começou a rir incontrolavelmente seus pais percebendo que seu olho esquerdo e a mão tremiam.
“Umm… Jeff, você está bem?”
“Bem? Eu nunca me senti mais feliz! Ha ha ha ha ha haaaaaa , olhe para mim. Esse cara caí perfeitamente comigo!” Ele não conseguia parar de rir. Ele acariciou seu rosto sentindo-o. Olhando no espelho. O que causou isso? Bem, você deve se lembrar que quando Jeff estava lutando Randy algo em sua mente, sua sanidade, estalou. E desta vez tinha sido permanente. Agora ele foi deixado como uma máquina descontrolada de matar, e seus pais não tinham noção disso.
“Doutor”, disse a mãe de Jeff, “Meu filho…é, você sabe.. Está bem? Na cabeça?”
“Ah sim, este comportamento é típico para os pacientes que tomam muitas grandes quantidades de analgésicos. Se seu comportamento não mudar em poucas semanas, traga-o de volta aqui, e nós vamos dar-lhe um teste psicológico.”
“Ah,sim. Obrigada doutor.” A mãe de Jeff até ele. “Jeff, querido. É hora de ir.”
Jeff olha de longe o espelho, seu rosto ainda formando um sorriso louco. “Tudo bem, mamãe. Ha ha haaaaaahahaaaaa!” sua mãe segurou-o pelos ombros e o levou para pegar suas roupas.
“Isto é o que veio”, disse a moça no balcão. A mãe de Jeff olhou para baixo para ver as calças pretas e o moletom branco seu filho usara no dia da festa. Agora eles estavam limpos do sangue e costuradas. A mãe de Jeff levou-o para seu quarto e fez com que ele colocasse sua roupa. Então eles deixaram, não sabendo que este era seu último dia de vida.


Mais tarde naquela noite, a mãe de Jeff acordou com um som vindo do banheiro. Soou como se alguém estivesse chorando. Ela lentamente caminhou para ver o que era. Quando ela olhou para o banheiro ela viu uma visão horrenda. Jeff tinha pego uma faca e esculpido um sorriso em seu rosto.
“Jeff, o que você está fazendo?”, perguntou sua mãe. Jeff olhou para eles. “Eu não conseguia me manter sorrindo mamãe. Doeu depois de algum tempo. Agora, eu posso sorrir para sempre.” A Mãe de Jeff percebeu seus olhos, anelados em preto. “Jeff, os seus olhos!” Os seus olhos aparentemente nunca fechavam.
“Eu não podia ver meu rosto. Eu comecei a ficar cansado e meus olhos começaram a fechar. Eu queimei as pálpebras para então me ver pra sempre; este meu novo rosto”. A mãe do Jeff lentamente começou a se afastar, vendo que seu filho estava totalmente louco. “O que há de errado mamãe? Eu não sou bonito?”
“Sim filho,” ela disse, “Sim, você é. Lindo… Deixe eu ir chamar o Papai, para que ele possa ver seu lindo rosto.” Ela correu para o quarto e sacudiu o pai de Jeff do seu sono. “Querido, pegue a arma nós…” Ela parou quando viu Jeff na porta, segurando uma faca.
“Mamãe, você mentiu.” Foi a última coisa que os dois ouviram enquanto Jeff corria na direção deles com a faca, esfaqueando ambos.
Seu irmão Liu acordou, assustado com algum ruído. Ele não ouviu mais nada, então ele apenas fechou os olhos e tentou voltar a dormir. Enquanto ele estava na fronteira do sono, ele teve a sensação estranha de que alguém o estava observando.
Ele olhou para cima, antes que a mão de Jeff cobrisse sua a boca. Lentamente, ele ergueu a faca pronta para mergulhá-la em Liu. Liu debateu-se tentando escapar de Jeff.



”Shhhhhhh”, Jeff disse: “Vá dormir.”


Admito que me deu um pouco de medo. :[


Post enviado pelo leitor @Chris_Dragon_ do blog Medo B

Os 7 pecados Capitais em "Bob Esponja

Creio que vocês conhecem o mais falado desenho do "Bob Esponja". Sim, uma esponja que vive de baixo do mar com seus amigos. Mas, vejo que vocês NUNCA tinha vistos os 7 pecados capitais no desenho, correto. Então, deixo abaixo, os 7 pecados capitais encontrados no desenho pelo Medo B. Confiram:



Eu sou fã do Bob Esponja por anos e acho que a profundidade dos personagens é uma das coisas que realmente faz o desenho ser bom. Desde quando ouvi o Sr. Lawrence dizer (nos comentários dos DVDs da 1ª Temporada) que Stephen Hillenburg baseou os 7 personagens principais nos 7 Pecados Capitais, eu não conseguia deixar de estar tão fascinado com isso. Acho que descobri qual pecado corresponde a cada personagem.

1. Preguiça [Patrick] - Preguiça é o pecado da preguiça, ou falta de vontade para agir. Obviamente este é o Patrick. Ele vive debaixo de uma pedra o tempo todo e realmente não faz nada. Na verdade, no episódio "O Grande Fracassado Cor de Rosa (2º Temporada)", ele ganhou um prêmio por não fazer absolutamente nada durante mais tempo.

2. Ira [Lula Molusco] - A ira se envolve em sentimentos de ódio e raiva. Lula Molusco odeia a sua vida, odeia principalmente o Bob Esponja, e é basicamente zangado com tudo o tempo todo.

3. Avareza [Sr. Siriguejo] - Obviamente, o Sr. Siriguejo é ganancioso e desejoso por dinheiro. Como o velho Siriguejo não poderia representar a Avareza? Ele até cantou sobre o poder da cobiça em "Á Venda (4º temporada)".

4. Inveja [Plankton] - Plankton tem inveja do Sr. Siriguejo, porque o Siri Cascudo é um sucesso enquanto o Balde de Lixo é um fracasso. Sua inveja leva-o a tentar roubar a fórmula secreta do Siri Cascudo toda vez.

5. Gula [Gary] - Eu acho este aqui realmente muito engraçado. Você já percebeu a piada recorrente no desenho, onde eles dizem "Não se esqueça de alimentar o Gary" ou que o Bob diz: "Eu tenho que ir dar comida pro Gary". Gary até mesmo fugiu de casa, naquele episódio em que o Bob Esponja se esqueceu de alimentá-lo. A gula normalmente se refere ao excesso de comida, então eu suponho que este se encaixe muito bem nele.

6. Soberba [Sandy] - Sandy tem um excesso de orgulho em quem ela é e de onde ela vem. Ela se orgulha do fato de que veio do Texas, e gosta de ter certeza com que todo mundo saiba disso. Ela também se orgulha muito do fato de ser um mamífero e uma criatura da terra, como foi mostrado no episódio "Pressão (2º temporada)", onde ela tenta provar que criaturas terrestres são melhores do que as criaturas marinhas.

7. Luxuria [Bob Esponja] - Ok, eu sei o que você está pensando. Parece um pouco estranho e curioso no começo, mas eu pensei muito para chegar a essa conclusão, e não foi a toa. Luxuria, em uma definição mais correta, significa "amor excessivo dos outros". Eu acho que isso se encaixa melhor no Bob Esponja. Ele mostra seu amor excessivo pelos outros com suas formas exageradas de fazer o bem e ajudar as pessoas. Se alguma coisa é realmente verdade sobre o Bob Esponja, é que ele ama todos ao seu redor, mesmo que eles não exatamente retornem todo o seu amor.

Eu realmente acho que as pessoas do desenho tentam ser inconsistentes de propósito. Só para ser engraçado. Ou eles estão tentanto nos dizer algo que nós não deveríamos saber sobre o início do desenho, se é verdade, então o que vai acontecer a seguir...

A verdadeira história do "O Cinema"

Sequência/Continuação e mais informações da CreepyPasta "O Cinema" que você pode ler aqui


O jogo em questão chama-se “The Theatre” (com o “r” antes do “e”) e foi desenvolvido por uma empresa chamada Salida Software. Tenho certeza de que é uma empresa inglesa, mesmo com o nome espanhol. Até onde eu sei, o software para The Theatre provavelmente foi feito para ser um jogo de entretenimento. O jogo, obviamente, nunca foi terminado, provavelmente por falta de financiamento ou pelo fato da empresa ter ido abaixo.

É um jogo em primeira pessoa, com sprites planas em um ambiente 3D. O bilheteiro tem um corpo ovalado e uma de suas mãos é enorme e disforme. A descrição do Swirly Head Man também é precisa, apenas uma versão bugada do bilheteiro. Seu rosto é um redemoinho, e é vermelho pois seus lábios são gigantes. 

O jogo funciona exatamente como o indicado na história. Mas, de fato, acho que o autor apenas fez o download de algum lugar e resolveu fazer uma história assustadora de suas experiências. Admito que algumas coisas ali podem ser perturbadoras, mas nada de ai meu deus, vou borrar as calças. Como eu disse, o jogo não foi finalizado e é cheio de bugs.

Acho que a ideia é selecionar um filme de acordo com os pôsteres na parede, entrar no cinema e jogar um minigame. Os minigames são bugados, e é quase impossível de jogar, mas não há limite de tempo em nenhum deles, portanto, você deve jogá-los até ter feito algo bom o bastante para ser autorizado a entrar. O que acontece na história é o que acontece se você não escolhe um filme: você terá a oportunidade de entrar no cinema, mas já que o parâmetro no qual o jogo deve se basear para carregar não foi definido, você apenas é jogado de volta à entrada.

É aqui que as coisas começam a ficar estranhas. Se você insiste em entrar no cinema sem ter escolhido um filme, coisas assustadoras vão acontecer. Não estou certo, mas tenho um palpite de que há um bug nos minigames que os faz chegar em valores que não foram feitos para chegar, resultando em coisas que aparecem onde não deveriam. Algumas das coisas de que me lembro:

- Swirly Head Man aparece.

- Pôsteres aparecem fora de seus quadros.

- Texturas mudam de cor.

- O áudio começa a ficar perturbador.

- Surgem outros personagens e outras áreas.

Os últimos dois são os mais interessantes. Algumas vezes você vai aparecer em um quartinho com chão preto e paredes verdes, que fazem o jogo falhar se tocadas. Outras vezes você aparecerá em um lugar similar à entrada, com um estande de admissão. Há uma mulher atrás do balcão com uma máquina de pipoca e refrigerantes muito mal-desenhada, mas é tudo uma imagem na parede.  É basicamente um estande de admissão enorme e amarelo desenhado na parede. Eu não me lembro se é possível interagir com a mulher.

O único personagem que aparece para falar algo é um cara com uma jaqueta marrom, na calçada de fora da entrada. Não lembro se a história o menciona, mas à esquerda de onde começa a parede de pôsteres, há portas de vidro alinhadas, com vista para a rua em frente do cinema. Se você falha nos minigames o suficiente, um cara vestindo uma jaqueta estranha e com um sorriso enorme no rosto aparece do outro lado das portas, olhando para você. Quando digo um sorriso enorme, estou dizendo algo como Freaky Fred ou Brushel Spark.

Na verdade, como ele tem o corpo com a mesma forma do bilheteiro, ele é muito parecido com o Prefeito de “O estranho mundo de Jack”. Seu sorriso não é tão assustador, o que perturba mesmo são seus olhos. Enquanto o bilheteiro e outros sprites vão sempre enfrenta-lo, o cara sorrindo está parado, como se fosse uma das paredes. Seus olhos, no entanto, estão sempre olhando diretamente para você. Pode não haver nada abertamente assustador ou sobrenatural no jogo, mas devo admitir que isso realmente assusta.

Esse é “The Theatre”. Se você encontra-lo em algum lugar, recomendo fazer o download só para ver como é. Como dito na história, fazer a coisa funcionar é, no mínimo, difícil. Acho que alguém pegou todos os códigos e recursos, compilou e acrescentou seu próprio instalador. Não há nada de paranormal com a instalação, ela somente não funciona muito bem.


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O Mundo do Medo encontrou o jogo... Tem Coragem? Confira aqui

Vi no Medo B

O Cinema - O Jogo (The Theatre Download - Creepypasta Real!)


Creepypastas são "lendas urbanas" da era virtual. Histórias "Além da imaginação" que se espalham rapidamente pela internet, normalmente sem nenhum fato comprovando, apenas histórias detalhadas contadas por "um amigo de um amigo meu...".

Creepypastas de jogos não são diferentes, normalmente mostram cartuchos amaldiçoados, ou falam de jogos que provavelmente nunca existiram, e que são bizarros por vários fatores.

Mas eu recebi um email muito interessante! Um leitor descobriu que a Creepypasta do jogo "O Cinema" É REAL! O jogo existe. Um usuário postou um gameplay dele no youtube e disponibilizou o jogo para download.

Antes de tudo leia a Creepypasta original do jogo, e  uma segunda que saiu depois mais com a descrição sobre o jogo e que já afirmava que o jogo realmente existe:

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Pronto, agora você pode baixar e jogar O CINEMA. Eu testei aqui e o jogo realmente funciona, é bizarro, e eu só não consegui sair do jogo, tive que reiniciar o pc. Mas não tem vírus, o pc reiniciou e voltou normal. Então se vc quiser a experiência: Download do jogo.

Você também pode assistir o gameplay do usuário que postou o jogo. É bem curto, e acredito que tem muita coisa nesse jogo que não aparece ai...







Gostou?
Esse não é o primeiro caso de uma Creepypasta ser verdadeira. Isso já aconteceu com a Creepypasta do jogo LSD pra Playstation 1.

Email do leitor João Lázaro
Achei no Medo B

O Cinema




Você já ouviu falar em um jogo antigo de PC chamado "O Cinema"? Exatamente, eu acho que não. Provavelmente porque muitas pessoas dizem que ele nem sequer existe. Olhe só, "O Cinema" é um antigo jogo de computador lançado na mesma época que o Doom. Hoje, se você encontrá-lo, ele só está disponível em CD-ROMs de baixa qualidade, que geralmente nem contém o jogo de verdade. Dizem que as cópias reais legítimas foram lançadas há tempos, tinha uma capa em branco com nada, apenas com o que tem sido chamado de "O Bilheteiro". Ele é simplesmente mal desenhado, um homem branco pixelizado, careca com grandes lábios vermelhos, vestindo um colete vermelho em cima de uma camisa branca e calças pretas. Ele é completamente sem emoção, embora alguns dizem que se você quebrar o disco, na próxima vez que você o olhar, o seu rosto vai estar coberto de raiva, mas isso é descartado apenas como um mito. O que é peculiar sobre "O Cinema", é que não existe nenhum nome de desenvolvedor na capa do jogo, e nenhuma descrição do jogo na parte de trás da capa. É simplesmente "O Bilheteiro" em uma capa branca nos dois lados.

Inicialmente o jogo foi conhecido por sua incapacidade de se instalar corretamente. O processo de instalação imediatamente trava o computador quando o usuário chega no contrato de licença. Outra coisa estranha sobre o contrato de licenciamento para "O Cinema" é que onde deveria aparecer o nome do estúdio desenvolvedor do jogo, aparece um texto, o texto é simplesmente uma linha em branco. De qualquer forma, a maioria das pessoas que afirmavam possuir um dos CDs originais, dizem que eles descobriram como instalar o jogo, basta reiniciar o seu computador quando abrir o contrato de licença com o disco ainda dentro do PC. Em seguida, será solicitado pressionar "CONCORDO" na tela de início. Em seguida, eles continuam com a instalação. O jogo começa em seguida, sem qualquer introdução, além de um menu principal que é simplesmente a imagem do exterior de um cinema em uma rua vazia da cidade. O título enfraquece e depois aparecem os três botões do menu: "NOVO JOGO, CARREGAR, OPÇÕES". Selecionando "OPÇÕES" imediatamente o jogo trava e volta para o desktop. "CARREGAR" não funciona de forma alguma. Mesmo se você tiver um jogo salvo, nada acontece quando você o aperta. Assim, "NOVO JOGO" é única opção do menu que funciona.


Uma vez que é selecionado, você está na visão em primeira pessoa. Você está em pé em um saguão vazio de cinema, com a exceção do "Bilheteiro" na frente de um corredor escuro, que só pode se supor que leva para as salas dos filmes. Não há nada a fazer a não ser olhar para os cartazes de filmes mal desenhados e em sua maioria ilegíveis ou falar com o "Bilheteiro". Uma vez que o jogador se move pra perto do "Bilheteiro" um clipe de som de qualidade baixíssima começa "OBRIGADO, POR FAVOR APRECIE O FILME" junto com um speechbox dizendo a mesma coisa. Você, então, entra no corredor e a tela fica preta e você está de volta para o saguão vazio e você faz exatamente a mesma coisa de novo e de novo e de novo.


Embora isso possa soar como um jogo horrível, uma série de coisas peculiares ocorrem conforme você continua jogando. O número de vezes que você tem que continuar na sala depois de dar o seu bilhete para o "Bilheteiro" antes de dos acontecimentos estranhos acontecerem é desconhecido. A maioria dos jogadores afirmam que é completamente aleatório e pode levar a qualquer lugar, da primeira parte do jogo até a quadringentésima. O que acontece, porém, perturbou profundamente alguns jogadores.



A primeira ocorrência é quando o jogador volta depois de andar no corredor. Desta vez, eles irão notar que o "Bilheteiro" está completamente ausente. O jogador, então, sem outras opções, decide andar para o corredor escuro. O clipe de som e a caixa de texto mencionada anteriormente continuam normalmente, mesmo com a ausência do "Bilheteiro", mas quando o jogador entra nos corredores, a tela não desaparece. Vai ficando mais escuro conforme eles andam mais no corredor, mas o som dos passos do jogador continua tocando conforme eles continuem apertando a tecla "pra cima" do teclado. Aqueles que afirmaram ter jogado o jogo original disseram ter se sentido extremamente desconfortável andando pelo corredor, esperando o tempo todo que algo ruim iria acontecer. Bem, finalmente o jogador é incapaz de se mover para a frente. Não há nada por alguns momentos antes de um personagem estranho que é descrito como "O Bilheteiro, mas com um redemoinho no rosto" aparece e fica diante do jogador. Os jogadores dizem que seus corpos imediatamente ficaram gelados e com um frio na barriga quando viram o personagem (que foi a própria mente chamado de "O Homem com Cabeça de Redemoinho"). Nada acontece enquanto "O Homem com Cabeça de Redemoinho" está diante deles. De repente, um grito cortante pode ser ouvido, enquanto isso o jogo começa a dar muitos erros. Isso dura alguns minutos, com o barulho contínuo. Em seguida, o jogador é abruptamente teleportado ao saguão com todos sons e gráficos sendo como deveriam ser.


O jogo continua normalmente nos próximos "ciclos" de entrar no corredor, e alguns jogadores do jogo original alegam que "O Homem com Cabeça de Redemoinho" momentaneamente aparece e desaparece no canto da tela, com um efeito de som parecido com um ganido. Então, em alguns momentos após encontrar "O Homem com Cabeça de Redemoinho", o jogador vê "O Bilheteiro" se mover para frente e para trás (embora não há animação - os membros do personagem estão completamente estáticos, então ele apenas pula para cima e para baixo) com os olhos arregalados e com a boca aberta para simular uma expressão facial de preocupação. Alguns jogadores notaram que os cartazes dos filmes tinham sido substituídos com imagens do "Homem com Cabeça de Redemoinho", que faz com que imediatamente virassem a cabeça do seu personagem longe dos cartazes e se aproximarem do "Bilheteiro". Em outro caso, é reproduzido um som de baixa qualidade, mas a speechbox não contém nada além de caracteres corrompidos. Devido à qualidade extremamente baixa do som, é debatido pelos jogadores que o "Bilheteiro" diz neste momento, embora seja amplamente aceito que ele diz "NUNCA ALCANCEM OS OUTROS NÍVEIS". Em seguida, a tela desaparece mais uma vez e retorna o jogador de volta ao ponto de partida no saguão, mas o "Bilheteiro" está desaparecido e o corredor está bloqueado por uma grande parede de tijolos. Tocar a parede de tijolos fará imediatamente travar o jogo. E fim, isso é tudo. Ninguém sabe o que são "Os Outros Níveis" e como ter acesso a eles, nem se sabe porque o "Homem com Cabeça de Redemoinho" provoca tanto medo em quem o viu no jogo. Todos os exemplares originais de "O Cinema", foram perdidos ou destruídos. Mas a parte mais apavorante é o fato que todos os jogadores alegam que ocasionalmente enxergam um breve vislumbre do "Homem com Cabeça de Redemoinho" no canto dos seus olhos...



Traduzido por mim, dono do blog.

Amigo Imaginário

Esse é um texto interessante que achei, e resolvi compartilhá-lo com vocês. 


"O pior cego é aquele que não quer ver". Talvez essa seja a frase que descreverá todo esse texto. Agora, distinguir um fato de uma ilusão é algo difícil, uma vez que nosso cérebro tende a inventar coisas. Um exemplo? Amigos imaginários.

Amigos imaginários praticamente adentraram na nossa cultura. Todos acham normal e até mesmo curioso ver uma criança conversando com ninguém e apresentando nada para os outros, dizendo que aquilo era seu amigo imaginário.

Quando você pede para a criança descrever o amigo imaginário, elas falam, surpresas: "Nossa! Não está vendo ele? Veja como é bonito! Olhe suas asas! Sua calda!"

Você com certeza já deve ter ouvido falar de "sensibilidade paranormal". Pelo menos eu acredito que seja esse o nome dado às pessoas que possuem a "habilidades" que permitem fazer coisas como ver espíritos. A sensibilidade só atingiria alguns sortudos da população e à medida que envelhecessem, a sensibilidade iria ser ignorada.

O que eu quis dizer com isso: que você provavelmente nasceu ou então na infância conhecia alguém que tinha a sensibilidade paranormal. Mas geralmente as crianças que tem essa habilidade a possuem por volta de 1 à 5 anos de idade. São raros os casos de pessoas que conseguem manter a habilidade para o resto da vida. As crianças que possuem isso acabam sendo aversas a contato com uma pessoa de verdade, apenas se limitando as pessoas com quem ela convive. Por isso, ela conversa com o ar, ou o tipicamente conhecido amigo imaginário.

Amigos imaginários. Esse é o ponto. Supostamente são coisas da sua cabeça, correto? Ou melhor, algo passageiro como dizem os psicólogos, algo que crianças que foram criadas sozinhas (longe da companhia dos pais e sem irmãos ou primos) acabam criando dentro de sua cabeça para tentar "combater" a solidão.

A estimativa de vida de um amigo imaginário dura até os 7 anos de idade de seu "dono". Depois? São esquecidos, e quando os conhecidos do indivíduo acabam perguntando coisas relacionadas ao amigo imaginário como "como conversavam?", a pessoa geralmente não irá dar uma resposta sólida, apenas dirá algo como "eu era muito jovem e por isso não me lembro nem como ele era!".

E quando você tentava se lembrar como ele era, acabava apenas distorcendo mais a imagem daquele vulto negro que você chamava de amigo. Ele se tornava algo mais amável, um urso gigante azul ou um astronauta de macacão vermelho, e você pouco se importava como ele realmente era, já que nunca mais voltará a ver ele de novo.

Será que é verdade?

O caso é que você não se lembra, porque você não quer se lembrar. O seu amigo imaginário estava lá para te atormentar. As brincadeiras que ele mandava você fazer não eram coisas saudáveis, e sim maldades. Ele fez você se afastar das outras pessoas, pois sabia que se você estivesse sozinho, você não teria chance e ele poderia se alimentar da sua solidão e de sua vida por mais tempo. Como um parasita.

Obviamente, você é apenas uma criança ingênua, sendo iludida por um monstro que estava se alimentando de sua essência. Mas, os seres humanos adquiriram uma habilidade única. Uma coisa que difere eles dos animais: eles podem criar ilusões para mascarar o que realmente aconteceu. Isso fica claro com pesquisas que aparecem por aí e que provam que grande maioria de nossas memórias são falsas.

Como supostamente ele é um parasita mental, só pode ser combatido com essa habilidade instintiva do cérebro para aliviar o sofrimento e apenas empurrar a sujeira para debaixo do tapete, e guardar o amigo imaginário em um baú nos confins de seu crânio. Feito isso, você pode seguir em frente e se desenvolver...viver a vida.

Porém, o que você (e seu cérebro) não sabem é que seu amigo imaginário, embora aparentemente nunca tenha existido e tenha sido desligado de sua mente, ele está bem ativo, te controlando subconscientemente. Antes ele estava em seu primeiro estágio e você podia vê-lo. Agora você não pode vê-lo - e o pior - ele controla você.

Ele que te faz sentir raiva. Ele que te faz agir com violência contra as outras pessoas. Ele que te faz se sentir sozinho. E quando você finalmente estiver sozinho, você será consumido e levado para "aquele lugar".

Você provavelmente não deve estar entendendo por qual motivo ele levaria tanto tempo te atormentando e preso em sua cabeça, se poderia simplesmente entrar no inferno?

Isso é simples. Apenas seres com alma entram lá. Amigos imaginários não são exatamente "almas". Por isso, eles habitam as pessoas, as enchendo de pensamentos negativos para poderem ir até onde interessa, entrando como clandestinos. Como parasitas. São inúmeros os exemplos, mas alguns casos famosos ilustram bem como isso acontece. Kurt Cobain por exemplo. Até hoje não se sabe se ele foi assassinado ou se suicidou. Se alguém plantou a nota de suicídio dele ou se ele escreveu a punho aquilo. Mas a nota de suicídio dele é dirigida a alguém especial...seu amigo imaginário.

Talvez isso já esteja acontecendo com você. Talvez você não veja aqueles vultos como "amigos imaginários" como as crianças tanto descrevem. Para você podem ser apenas assombrações... Ou sombras. Pois seu cérebro provavelmente irá negar algo ilógico, usando sua famosa habilidade de iludir.

De qualquer modo, você pode acreditar nisso tudo que acabei de te falar...ou simplesmente negar tudo.

Com carinho, seu amigo imaginário.

Curiosidades sobre o filme "O Corvo" (1994)

Eric Draven fora assassinado brutalmente, junto com sua bela esposa, há um ano. Entretanto, o desejo de vingança que habitava sua alma o trouxe de volta. Guiado por um corvo, Eric vai atrás dos assassinos que invadiram e queimaram sua casa, abusaram sexualmente e assassinaram sua esposa e o assassinaram. "O Corvo" conta essa história, é um filme emocionante, com uma trilha sonora estupenda e uma atuação brilhante de Brandon Lee no papel principal. O filme, porém, leva um trágico acidente consigo. Confira agora. 



- O personagem Eric Draven foi oferecido aos atores River Phoenix e Christian Slater antes da contratação de Brandon Lee para o papel. 

- A personagem Shelly chegou a ser oferecida à atriz Cameron Diaz, que a recusou por não ter gostado do roteiro. - O filme dirigido pelo australiano-egípicio Alex Proyas, cineasta do ótimo filme “Cidade das Sombras” e dos regulares “Eu, Robô” e “Presságio”. 
O diretor Alex Proyas junto com os atores principais.
- O diretor Alex Proyas queria que o cantor Iggy Pop fizesse parte do elenco de O Corvo e tinha até criado um personagem apenas para ele. Entretanto, problemas de agenda o impediram, mas ele apareceu na sequência de 1996. 

- Os personagens Top Dollar, Myca e Grange não são chamados por seus nomes durante o filme inteiro. 
- O poema que Eric Draven recita quando entra na loja de Gideon é "The Raven", de Edgar Allan Poe. 
- Na versão australiana de O Corvo todas as referência à palavra "fuck" foram retiradas do filme. 
- O orçamento foi de US$ 6 milhões e o filme arrecadou US$ 94 milhões nas bilheterias de todo o planeta. 

- A pintura no rosto de Eric inspirou a máscara utilizada pelo guitarrista da banda Slipknot, James Root. 
James Root
- A pintura no rosto de Eric inspirou a maquiagem do Wrestler Sting, da WCW e atualmente na TNA. 
Wrestler String
- O sucesso do filme foi tanto que inspirou até uma série de tv. “The Crow: Stairway to Heaven”, foi um seriado canadense, criado por Bryce Zabel, e estrelado por Mark Dacascos em 1998.

- Durante as filmagens, um carpinteiro foi eletrocutado, um operário enfiou um parafuso na palma da própria mão, um caminhão da produção de incendiou e uma tempestade violenta acabou com um cenário, certa noite.

- Como os demais filmes com abordagem sombria que não são compreendidos na época de seu lançamento, O Corvo tornou-se um Cult após alguns anos, principalmente entre os apreciadores do visual gótico e pela competente montagem de história.

- Além de focar o enredo em um personagem profundamente sombrio e perturbado, o cineasta Alex Proyas atribui um visual obscuro e gótico também ao visual da cidade onde ocorrem os eventos, dando a impressão que o ambiente também compartilha do luto de Eric.


- O filme recebeu o prêmio MTV Movie Awards 1995 (EUA), venceu na categoria de Melhor Canção (Stone Temple Pilots), foi indicado na categoria de Melhor Figurino, Melhor Diretor, Melhor Filme de Terror e Melhores Efeitos Especiais no Prêmio Saturno 1995 (Academy of Science Fiction, Fantasy & Horror Films, EUA), também foi indicado nas categorias de Melhor Ator (Brandon Lee) e Melhor Filme no MTV Movie Awards. 
- A produção foi seguida por: O Corvo: A Cidade dos Anjos (The Crow: City of Angels), de 1996; O Corvo: A Salvação (The Crow: Salvation), de 2000; e O Corvo: Vingança Maldita (The Crow: Wicked Prayer), de 2005.



- “O Corvo” seria apenas mais um filme de suspense, não fosse pelo fato de que Brandon Lee,que é o ator principal, ter morrido durante as filmagens. O filme já estava praticamente pronto quando o acidente aconteceu, mas mesmo com morte de Brandon diante das câmeras, o diretor Alex Proyas decidiu continuar com as gravações e terminou o filme. Para as cenas que faltavam foi usado um dublê. 

- A morte de Brandon Lee ocorreu quando a cena do estupro da personagem Shelly foi gravada. Uma cena antes dessa requeria que uma arma fosse carregada, engatilhada e apontada para a câmera, mas por causa da curta distância do take, a munição carregada era verdadeira, mas sem pólvora. Após essa cena, o assistente de armeiro limpou a arma para retirar as cápsulas, e derrubou um dos projéteis no cano. A cena seguinte a ser filmada foi a do estupro de Shelly, o problema é que a arma já estava com um projétil dentro e ainda por cima foi carregada com festim, que contém duas ou três vezes mais pólvora que um projétil normal. Brandon entra em cena com uma sacola de supermercado que continha sangue explosivo, o roteiro dizia que Funboy deveria atirar nele assim que entrasse na sala, estourando o saco de sangue, porém, o projétil foi disparado em Lee através da sacola, matando-o.

- Os negativos com a filmagem de sua morte foram destruídos sem nunca terem sido revelados.

- Recentemente durante uma entrevista ao site Latino Review, sobre um possível remake do filme, Alex Proyas falou: "Esse filme é do Brandon Lee e foi por isso que eu terminei de gravar o filme, em memória a Brandon. Na verdade esse foi o único motivo." contou o diretor que afirma ser contra a refilmagem.