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sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Halloween - A Noite do Terror

Titulo Original: Halloween
Lançamento: 1978
Pais: EUA
Diretor: John Carpenter's
Duração: 90 Minutos
Produção: Debra Hill
Estúdio: Falcon Films

Elenco - Donald Pleasence (Dr. Sam Loomis), Jamie Lee Curtis (Laurie) , Nancy Kyes (Annie Brackett), P.J. Soles (Lynda), Charles Cyphers (Xerife Leigh Brackett), Kyle Richards (Lindsey Wallace), Brian Andrews (Tommy Doyle), Mickey Yablans (Richie), Adam Hollander, Robert Phalen (Dr. Wynn), Tony Moran (Michael Myers) 

Sinopse - Michael Myers (Tony Moran) é um psicopata que vive em uma instituição há 15 anos, desde quando matou sua própria irmã. Porém, ele consegue fugir de seu cativeiro e retorna à sua cidade natal para continuar seus crimes na localidade que, aterrorizada, ainda se lembra dele.



Críticas do MT (Mundo do Terror)

Esse é um ótimo filme de terror. O que o torna bom, é as mortes em si dos personagens, de quando o Michael Myers era pequeno (vivia um momento ruim, o que fazia matar as pessoas e crescer matando). Nesta parte do filme, ele se torna um assassino a sangue frio, que passa a matar as pessoas por diversão. Algumas cenas, nos traz lembrar muito o filme "Sexta-feira 13". Vou trazer algumas partes das críticas pelo blog ID (que concordo com as críticas que eles fazem lá também. Então, vamos às críticas dele.

Critica do ID
John Carpenter e Debra Hill inspiraram-se no mestre Alfred Hitchcock, para nos trazer uma obra de terror, um Slasher sombrio e objetivo "Halloween". Um filme que marcou uma geração e influencio diversas outras historias como por exemplo " Sexta-Feira 13".
A Face da Inocência
John utilizou o plano de fundo do Dia das Bruxas, introduzindo na historia personagens que passam a data à procura de sexo e diversão, representando a sexualidade e rebeldia liberativa dos adolescentes sendo que traz como personagem principal a ainda jovem Jamie Lee Curtis no papel de Laurie.

Ao contrario de alguns Slasher da época Halloween apresenta um numero pequeno de cadáveres e muito pouco sangue. As mortes seguem um padrão de estrangulamento seguido de esfaqueamento, quase num sistema Offscreen, ao contrário de filmes posteriores do gênero em que a criatividade e brutalidade das mortes constitui um dos atrativos ao público.

O filme em quesito filmagem é totalmente perfeito Os movimentos e ângulos de câmera são de uma enorme inteligencia e competência, nos fazendo sempre observar a ação através de lugares espreitados ou dos ombro e costas do vilão. A mascara de Michael vai se revelando aos poucos durante o desenrolar do filme proporcionando um maior mistério e suspense as cenas. 

John optou por um filme mais calmo e silencioso sem muita agitação e gritaria. Atensão é o melhor Adjetivo pra se classificar Halloween que combina perfeitamente com a musica criada por John para ser tema do filme, mesmo sendo aplicada e cortada de forma errada em alguns momentos na trama. 
O final nos apresenta a inauguração de um Cliché onde o assassino mesmo sendo baleado e esfaqueado não morre e deixa no ar uma boa expectativa para a sequência, que acabou sendo realizada três anos depois.

Bom galera recomendo sim o filme sou um grande fã de todos os filmes da serie, vale a pena conferir disponibilizo o download de todos os filmes da trama no meu blog de downloads na categoria Slasher, basta acessar Horror E Series e conferir também.

Bom, nossa nota pro filme, é 8,0, por ter apresentado umas cenas ruins.

Abaixo, veja um vídeo do filme:



E ai, vai assistir.?

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Cemitério Maldito

Cemitério Maldito (Pet Sematary -  1989)
Diretor: Mary Lamberty
Elenco: Dale Midkiff, Fred Gwynne, Denise Crosby, Miko Hughes e Blaze Berdahl
Sinopse: Louis Creed é um pacato médico que se muda com a família para uma cidade do interior do Maine. Mas toda a tranquilidade inicial se perde quando o doutor fica conhecendo um cemitério indígena, capaz de transformar a vida das pessoas.
Distribuidora no Brasil: Paramount Pictures
Trailer Oficial: Opção 1 - Dublado, Opção 2 - AVI Dublado

Após observar com muita atenção a nova casa, Rachel Creed abre um sorriso e abraça com muito carinho o marido, Louis Creed. Ao fundo, a filha Ellie Creed brinca no recém descoberto balanço da árvore. Enquanto isso, o pequeno Cage Creed, ainda nas fraldas, mexe com o gato da família, Churchill, preso dentro de uma caixa especial para animais em viagens. Era tudo que o médico Louis Creed queria: família feliz em sua nova casa. Mas as coisas mudam quando o vizinho Jud Crandall, um velho de 80 anos, leva Louis para conhecer o antigo cemitério indígena MicMac, onde os índios enterravam seus mortos em seus tempos na região.
O Cemitério Maldito é uma adaptação do livro Pet Sematary, escrito pelo mestre do terror Stephen King, em 1983. E adaptações são sempre polêmicas. Há quem deteste e muitos que adoram. É a chance de ver materializado personagens e histórias fascinantes ou destruir com toda a força um livro sensacional. Essa dualidade sempre acontecerá em qualquer produção que tenha um livro como original. Livro é livro, filme é filme. São mídias diferentes, com processos e modus operantecompletamente opostos. Em um livro o autor tem a liberdade de ampliar a história, esmiuçar a vida completa de seus personagens, narrar várias situações interligadas, facilidades que somente um livro pode proporcionar. Já em um filme, o diretor deve condensar toda uma história em algumas horas. É natural que ele faça um resumo das características principais dos personagens e até mude um pouco o contexto dos mesmos para encaixar em um roteiro, tornando-se viável para a tela. Muitas vezes, a produção é impecável, consegue refletir no espectador exatamente o que ele sentiu lendo o livro, como foi o meu caso em O Nevoeiro.

Entretanto, Mary Lambert caminhou muito depressa. A amizade entre Louis Creed e Jud Crandall foi abruptamente resumida, fazendo com que Jud parecesse um vizinho mal e sombrio, totalmente ao contrário do livro, onde Louis confessou várias vezes a admiração ao velho Crandall.  Vou enumerar alguns fatos que fizeram de Cemitério Maldito uma adaptação ruim, independente da diferença entre livro e filme, uma vez que tais fatos não eram impossíveis de serem adaptados da forma original:

 1- Ainda falando de Jud, seu cão Spot, quando voltou dos mortos, não era raivoso como foi mostrado no filme. 

2- E como é que Cage é atropelado por um caminhão e ao voltar do mundo dos mortos tem apenas um arranhão no rosto? 

3- Após os terríveis acontecimentos, Louis coloca fogo na casa de Jud e leva o corpo da esposa para o cemitério indígena. Volta tranquilamente para sua casa, sem bombeiros, polícia, nada para lhe incomodar. Hã?

4- Em momento algum o livro diz que Timoty Halmman, o fuzileiro que morreu na guerra e foi enterrado pelo pai no cemitério Mic Mac, ficou agressivo. E também não foram os moradores quem colocou fogo na residência dos Halmman's para eliminar a aberração que Timoty tinha se transformado. 

5- Cage é muito mais assustador e violento nas páginas de Stephen King. Qual o motivo de minimizar a raiva do pequeno na tela? Evitar uma classificação 18 anos nos cinemas americanos?

6- O gato tem participação decisiva na morte de Jud Crandall. A diretora preferiu o corte no calcanhar do velho com o bisturi a versão original.

O jeito é aguardar pelo remake, bastante falado desde 2004. Torcer para que seja fiel ao livro e bem mais assustador que essa produção de 1989. Segundo o LA Times, a refilmagem já tem até diretor, será Alexandre Aja (Espelho do Medo e o ótimo Viagem Maldita). O roteiro do remake ficou a cargo de Matthew Greenberg, que já adaptou outra obra de Stephen King, 1408. 

Vi no ótimo Diário do Medo


O Nevoeiro

Adaptações de livros para o cinema sempre causam polêmicas. São poucos os filmes que conseguem trazer para a tela a mesma sintonia e sensações que um livro produz. Logicamente, por serem produtos linguísticos diferentes, é natural que o resultado não leve à perfeição. Por quê? Falarei daqui a pouco. Um bom exemplo de trabalhos mal feitos são as adaptações dos livros do mestre do terror Stephen King. Para quem não sabe, King escreveu mais de 50 livros e é cultuado na literatura mundial por suas histórias, a maioria delas de terror. Posso estar enganado, se tiver, que os leitores do Diário do Medo me corrijam, mas a única adaptação para o cinema de um livro do mestre King com um bom resultado foi O Iluminado, dirigido por Stanley Kubrick, com atuação primorosa de Jack Nicholson . E sabe qual é o detalhe interessante? Se para o grande público O Iluminado foi uma obra prima de Kubrick, para Stephen King o filme ficou ruim. Há alguns anos, King deu uma declaração dizendo que se soubesse que o resultado final seria aquilo, ele não teria autorizado jamais. Como a declaração deu o que falar, King resolveu não tocar mais no assunto, já que Stanley Kubrick havia morrido e não poderia responder as críticas, palavras de King.

Particularmente, acho que King exagerou, pois não acredito que ele não tenha gostado de nenhuma outra adaptação feita de seus livros. Se ele achou O Iluminado ruim, eu queria saber a opinião dele sobre os outros, como por exemplo O Apanhador de Sonhos. Deve amaldiçoar os respectivos diretores até a sétima geração. Mas não podemos comparar livro e filme. Sempre quando vejo esse tipo de discussão em fóruns ou comunidades da rede, me irrito com alguns comentários. São mídias diferentes, com recursos e linguagens opostas, não tem como comparar. Em um livro o autor pode contar detalhes, provocar um suspense maior, abusar das características de cada personagem. No roteiro para o vídeo a história deve ser mais enxuta, condensada, para não se tornar um filme longo e cansativo. Já pensou em um filme fielmente a obra do estilo O Senhor dos Aneis? Ficaríamos horas dentro da sala de cinema!
Para minha surpresa, ano passado fomos agraciados com uma adaptação muito bem feita de uma história do mestre King.O Nevoeiro é um conto de terror e faz parte do livro Tripulação de Esqueletos, publicado em 1985, distribuído no Brasil pela editora Objetiva. Uma cidade do oeste do Maine (cidade natal do escritor) é atingida por um enorme nevoeiro e coisas estranhas começam a acontecer sob a névoa misteriosa. Com um roteiro bem amarrado, o diretor Frank Darabont, que já trabalhou em outra adaptação de King, Um Sonho de Liberdade, conseguiu trazer para o cinema a mesma carga dramática e o suspense que o livro causa em seus leitores. Apesar da baixa qualidade dos efeitos especiais, todo o cenário de medo causado pelo desconhecido atrás da névoa faz com que o cinéfilo entre no clima do filme, esforçando-se para descobrir qual é o mistério, geralmente deixado em aberto nos livros. 
Acredito que O Nevoeiro será a segunda grande adaptação de um conto de terror do mestre e abrirá portas para novos projetos, deixando para trás aquele estigma de que apenas Stanley Kubrick foi capaz de uma adaptação perfeita. ONevoeiro tem a medida certa de terror e suspense, tudo aquilo que King passa em seus livros, sem deixar cair no clichê dos filmes do gênero. O filme ainda tem um final SURPREENDENTE, deixando o espectador impressionado. Todos os diretores que tentaram uma adaptação de King no cinema deveriam assistir O Nevoeiro, pelo menos umas 12 vezes, para não transformar bons contos do mestre em porcarias, como o ridículo O Apanhador dos Sonhos, só para citar um exemplo. 
O Nevoeiro (The Mist)
Diretor:  Frank Darabont
Ano: 2008
Sinopse: Grupo de pessoas ficam presas dentro de um supermercado após a cidade ter sido tomada por um grande nevoeiro. Mas há algo de errado com a névoa.Elenco: Thomas Jane, Marcia Gay Harden, Alexa Davalos, William Sadler, Laurie Holden, Chris Owen, Nathan Gamble, Andre Braugher
Distribuição: Paris Filmes

Vi a curiosidade do filme no ótimo Diario do Medo

A Piscina


Essa história rola pela internet, e até hoje não teve solução...



Contado pelos mais velhos, havia por aí a história de que por meados dos anos cinquenta um grupo de meninos tinha desaparecido. A história que se passava de geração em geração era que esse grupo tinha entrado em uma casa abandonada em uma floresta para ver o que encontravam.

Trinta anos depois, em 1982 um homem estava acampando e encontrou uma câmera. Ele levou para a polícia para tentar encontrar o dono. Os policias revelaram as fotos para encontrar que a maioria do filme estava danificado, apenas restando poucas fotos com uma qualidade muito pobre. Essa foi a última foto tirada. Nenhum dos garotos foi identificado.



Será que o e-farsas resolve essa?

Vi no Medo B

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

O que o medo nos faz pensar

Olá, medonhos. Venho através deste texto, explicar um pouquinho sobre o que o medo nos faz pensar (ou sentirP.

O medo é algo que acompanha o ser humano desde seus primórdios. 

Desde a época das cavernas o ser humano tem medo. Seja medo se ser morto por algum animal enquanto caça. Seja o medo de ter sua plantação destruída. Seja o medo de seres paranormais. Sempre é medo.      
Eu, particularmente, considero o medo um dos piores sentimentos humanos, juntamente com a dor. Enquanto a dor é algo físico, o medo é algo psicológico. A dor psicológica é uma tortura muito pior que a dor física. 
     

Eu mesmo já perdi muitas noites de sono graças ao medo. Desde a não conseguir dormir até sonhos. Já cheguei a ouvir barulhos no corredor em frente ao meu quarto assim como no telhado, mas como tenho o costume de ir dormir ouvindo podcast, durmo bem mais tranquilo. 
     

Dormir com alguma luz acesa pode ser a luz do display de um rádio até a luz de um computador. Isso "espanta" algumas criaturas do escuro (se você acredita,claro xD),  entre elas a sua imaginação e medo.


O medo é uma sensação medonha (Sério? Nem imaginava ¬¬'), estranha e surpreendentemente poderosa. Ele engana a nossa mente e nos faz enxergar, ouvir, sentir e fazer coisas que normalmente seriam impossíveis. 
     

Em uma situação de risco, como por exemplo, um pai que precisa retirar uma pedra de cima de seu filho, que este adquiri forças que normalmente seriam impossíveis. Eu lembro que vi em um documentário (infelizmente não lembro o assunto nem o canal de televisão onde este passou) que um homem adulto normal, em situações de emergência, conseguir levantar cerca de 500 quilos (sim, meia tonelada). 

 Não duvido, afinal, um pai desesperado pode fazer coisas incríveis para salvar seu filho. Mas este não é o foco deste tópico, isso é assunto para outro post. Neste post irei focar mais no que o medo nos faz sentir e não no que ele nos faz fazer. 


Um exemplo muito bom é: "você acaba de assistir Atividade Paranormal ou Poltergeist e tem uma TV no quarto. Após terminar de ver um desses filmes você automaticamente 'liga' o notebook (em Atividade Paranormal) ou a TV (em Poltergeist) à sua TV do quarto. Caso isso aconteça, boa sorte para dormir, e você vai precisar =D.
     
Graças ao medo, você ouve barulhos no corredor, no telhado, no outro andar, etc.  Certos barulhos comuns como madeira e lâmpadas "estalando" viram sons assustadores. Você vê sombras passando em baixo da porta, vê vultos, tudo muito assustador. 

Na verdade, há uma explicação para tudo isso: vultos se vêem graças a alguns "problemas"  no nosso olho,  algo extremamente normal. Sons simples como se madeira estalando viram gritos ou sons de passos graças a nossa imaginação, ativada pelo medo. 
     

Para finalizar: o medo é nós mesmos que criamos e comprovamos. Se você acredita em algo, seu cérebro irá transformar coisas normais em coisas sobrenaturais. Se você não acredita,  seu cérebro irá dar (ou tentar) respostas para tudo,  até para o que não temos respostas. 


O MEDO É COMPROVADO PELO PRÓPRIO MEDO. 
     

Por hoje é só.  Se você gostou, compartilhe para ajudar na divulgação do blog, afinal, escrevi este texto inteiro para vocês, seguidores, lerem.

Abraços e até mais!!!  =D

terça-feira, 1 de janeiro de 2013

Curiosidades sobre o filme "O Corvo" (1994)

Eric Draven fora assassinado brutalmente, junto com sua bela esposa, há um ano. Entretanto, o desejo de vingança que habitava sua alma o trouxe de volta. Guiado por um corvo, Eric vai atrás dos assassinos que invadiram e queimaram sua casa, abusaram sexualmente e assassinaram sua esposa e o assassinaram. "O Corvo" conta essa história, é um filme emocionante, com uma trilha sonora estupenda e uma atuação brilhante de Brandon Lee no papel principal. O filme, porém, leva um trágico acidente consigo. Confira agora. 



- O personagem Eric Draven foi oferecido aos atores River Phoenix e Christian Slater antes da contratação de Brandon Lee para o papel. 

- A personagem Shelly chegou a ser oferecida à atriz Cameron Diaz, que a recusou por não ter gostado do roteiro. - O filme dirigido pelo australiano-egípicio Alex Proyas, cineasta do ótimo filme “Cidade das Sombras” e dos regulares “Eu, Robô” e “Presságio”. 
O diretor Alex Proyas junto com os atores principais.
- O diretor Alex Proyas queria que o cantor Iggy Pop fizesse parte do elenco de O Corvo e tinha até criado um personagem apenas para ele. Entretanto, problemas de agenda o impediram, mas ele apareceu na sequência de 1996. 

- Os personagens Top Dollar, Myca e Grange não são chamados por seus nomes durante o filme inteiro. 
- O poema que Eric Draven recita quando entra na loja de Gideon é "The Raven", de Edgar Allan Poe. 
- Na versão australiana de O Corvo todas as referência à palavra "fuck" foram retiradas do filme. 
- O orçamento foi de US$ 6 milhões e o filme arrecadou US$ 94 milhões nas bilheterias de todo o planeta. 

- A pintura no rosto de Eric inspirou a máscara utilizada pelo guitarrista da banda Slipknot, James Root. 
James Root
- A pintura no rosto de Eric inspirou a maquiagem do Wrestler Sting, da WCW e atualmente na TNA. 
Wrestler String
- O sucesso do filme foi tanto que inspirou até uma série de tv. “The Crow: Stairway to Heaven”, foi um seriado canadense, criado por Bryce Zabel, e estrelado por Mark Dacascos em 1998.

- Durante as filmagens, um carpinteiro foi eletrocutado, um operário enfiou um parafuso na palma da própria mão, um caminhão da produção de incendiou e uma tempestade violenta acabou com um cenário, certa noite.

- Como os demais filmes com abordagem sombria que não são compreendidos na época de seu lançamento, O Corvo tornou-se um Cult após alguns anos, principalmente entre os apreciadores do visual gótico e pela competente montagem de história.

- Além de focar o enredo em um personagem profundamente sombrio e perturbado, o cineasta Alex Proyas atribui um visual obscuro e gótico também ao visual da cidade onde ocorrem os eventos, dando a impressão que o ambiente também compartilha do luto de Eric.


- O filme recebeu o prêmio MTV Movie Awards 1995 (EUA), venceu na categoria de Melhor Canção (Stone Temple Pilots), foi indicado na categoria de Melhor Figurino, Melhor Diretor, Melhor Filme de Terror e Melhores Efeitos Especiais no Prêmio Saturno 1995 (Academy of Science Fiction, Fantasy & Horror Films, EUA), também foi indicado nas categorias de Melhor Ator (Brandon Lee) e Melhor Filme no MTV Movie Awards. 
- A produção foi seguida por: O Corvo: A Cidade dos Anjos (The Crow: City of Angels), de 1996; O Corvo: A Salvação (The Crow: Salvation), de 2000; e O Corvo: Vingança Maldita (The Crow: Wicked Prayer), de 2005.



- “O Corvo” seria apenas mais um filme de suspense, não fosse pelo fato de que Brandon Lee,que é o ator principal, ter morrido durante as filmagens. O filme já estava praticamente pronto quando o acidente aconteceu, mas mesmo com morte de Brandon diante das câmeras, o diretor Alex Proyas decidiu continuar com as gravações e terminou o filme. Para as cenas que faltavam foi usado um dublê. 

- A morte de Brandon Lee ocorreu quando a cena do estupro da personagem Shelly foi gravada. Uma cena antes dessa requeria que uma arma fosse carregada, engatilhada e apontada para a câmera, mas por causa da curta distância do take, a munição carregada era verdadeira, mas sem pólvora. Após essa cena, o assistente de armeiro limpou a arma para retirar as cápsulas, e derrubou um dos projéteis no cano. A cena seguinte a ser filmada foi a do estupro de Shelly, o problema é que a arma já estava com um projétil dentro e ainda por cima foi carregada com festim, que contém duas ou três vezes mais pólvora que um projétil normal. Brandon entra em cena com uma sacola de supermercado que continha sangue explosivo, o roteiro dizia que Funboy deveria atirar nele assim que entrasse na sala, estourando o saco de sangue, porém, o projétil foi disparado em Lee através da sacola, matando-o.

- Os negativos com a filmagem de sua morte foram destruídos sem nunca terem sido revelados.

- Recentemente durante uma entrevista ao site Latino Review, sobre um possível remake do filme, Alex Proyas falou: "Esse filme é do Brandon Lee e foi por isso que eu terminei de gravar o filme, em memória a Brandon. Na verdade esse foi o único motivo." contou o diretor que afirma ser contra a refilmagem.

segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

Caso Brian Wells - Assalto a banco com bomba no pescoço


Provavelmente todo mundo já viu Jogos Mortais. O filme criou uma "Lenda Urbana", afinal que se daria ao trabalho de criar uma engenhoca pra matar alguém, não é?
Pois é, mas isso aconteceu de verdade!
Brian Douglas Wells era um entregador de Pizza comum, responsável que fazia bem o seu trabalho.
Em agosto de 2003 Brian recebeu um chamado para entregar pizza, ele foi parar numa torre de TV abandonada num deserto dos EUA próximo da Pizzaria.

Algum tempo depois, Brian foi encontrado em um banco pela policia com um colar no pescoço, o colar tinha uma bomba e Wells tinha que cumprir 4 tarefas que estavam num papel para sobreviver, a 1º delas era assaltar o banco!
A coisa não deu certo, a imprensa veio toda para o local, quem demorou pra chegar foi o esquadrão anti-bombas, quando eles chegaram a bomba explodiu matando Brian Wells...




O caso é estranho e a principio todos os envolvidos já foram presos. Parece que Brian inclusive era cúmplice da ideia!
Um dos culpados era dono de uma casa em que Brian encontrava com uma prostituta, e propôs o assalto ao banco a Brians falando que a coisa aconteceria com uma bomba falsa.
Quando chegou a torre no dia do assalto, Brians descobriu que a bomba era verdadeira, ele tentou fugir mas seus "parceiros" estavam armados e obrigaram Brian a fazer o assalto.
Ele foi morto como queima de arquivo numa tentativa dos cúmplices não serem presos.




Imagem da câmera de segurança do banco


Esse caso é real, como disse, a imprensa estava toda lá e Brian morreu ao vivo diante das câmeras. Hoje o vídeo da sua morte circula pela web.
Não é o estilo do Mundo do Medo mostrar essas coisas, MAS o vídeo não é pesado então vou deixar o link aqui se alguém quiser ver, clique aqui. Eu não gosto e não recomendo.

Vi no Medo B